Brasil, meu Brasil brasileiro…

Terra de samba e pandeiro

Pois é carnaval está chegando, e como dizem muitos por aí: é depois dele que o Brasil funciona. Será? =D

E época de carnaval parece que, para muitos, é a única em que a AIDS e outras DST podem ser transmitidas. É incrível o número de cartazes que tentam ser sutis (muitos ou poucos, hein? =D) sobre esse assunto para que só aqueles que devam entendam.
Essas campanhas surgem uma/duas semanas antes do carnaval e somem uma depois, eu acho rídiculo: “pratique desregradamente, mas use camisinha”.
Tem o comercial do cara sorrindo que meu irmão estava na sala e não entendeu bolhufas (!?!).
Vale até um trocadilho, muito ruim por sinal: “Sexo, funk e samba” (com o perdão da palavra).

Brasil,…Brasil! prá mim!… P-R-Á M-I-M

Cena: Terminal Urbano, 18h40min, grande fluxo de pessoas, fila para ônibus. Ônibus chega, pessoas saem, a fila vai entrando, entrando…
Nesse momento algo incrível acontece: as pessoas param na maldita porta ou fecham os já espaçosos corredores!
Suposições:

  • Portas de ônibus podem fugir – e ninguém me avisou ainda;
  • Medo de se perder;
  • Já viu aqueles fillmes em que o aparato (casa, computador, ou qualquer coisa) vira do mal e tenta matar as pessoas?
  • Falta de Educação;
  • Falta de Coletividade

Com isso várias pessoas não conseguiam entrar, e o pior é que tinha lugares vagos no fundo ainda, um até do meu lado…

Onde eu mato a minha sede

Para não fugir do tema dos últimos tempos de toda a mídia o assassinato do garoto de 6 anos lá no Rio e toda discussão que essa bárbarie causou.
Uma coisa é certa: os culpados sempre têm que responder pelos seus atos.

No meio de tantas idéias que voltaram à tona esses dias, ouvi uma muito interessante não me lembro de quem, mas era de algum senador se não me engano: Caso haja acusados menores de idade, eles devem, segundo o crime cometido, serem julgados como pessoas de maior e não pelo Estatuto da Criança e do Adolescente que, nas palavras de um cara, “serve para proteger crianças abandonadas e necessitadas e não bandidos“. Concordo plenamente.
Também é necessário saber que a solução não para só nisso de idade e “castigo”, mas tá começando a virar uma “herança cultural“, tem uns que dizem que as pessoas vêem os exemplos de cima e desacreditam no lado certo da vida. Eu já não penso assim para esses que seguem e também para quem dá o exemplo errado o que falta é moral, ética, amor ao próximo e (muita) força de boa vontade. ;)

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